A FORÇA DOS HOMENS E A FRAQUESA DE DEUS
A oração é o instrumento mais eficaz para se alcançar o coração de Deus. Ele, em sua onipotência, se rende ante uma oração humilde e sincera. É Jesus quem nos afirma: Pedi e recebereis; buscai e achareis; batei e a porta vos será aberta. Tudo o que pedirdes ao Pai em meu nome, Ele vo-lo dará.
Ele adverte contra a oração presunçosa do fariseu, a frente do Templo e aprova a oração humilde do publicano, no ultimo banco. O orgulho do primeiro, considerando-se santo, e o reconhecimento do segundo de seu pecado e miséria, marcaram a oração de ambos.
Não há medidas para a misericórdia de Deus, ante a oração pura. Ao bom ladrão, na Cruz, que se reconhece pecador, e lhe pede para lembrar-se dele, quando entrar em seu Reino, responde: Ainda hoje estarás comigo no Paraíso.
Diante da oração confiante de Maria, nas Bodas de Canaã, responde com o milagre da transformação da água em vinho. O que queres que eu te faça, pergunta ao cego Bartimeu. Que eu veja, lhe suplica. E ficou curado.
A oração tem que ser sincera como a do bom ladrão, confiante como a de Maria, humilde como a de Bartimeu e precisa sair de um coração puro como o de uma criança.
É preciso sofrer uma transformação radical para fazer a verdadeira oração. E essa transformação acontece com um único ato de vontade: Eu quero...a partir de hoje vou mudar...eu poço, com a graça de Deus.
Depois é preciso pedir com insistência. Afinal a sua confiança, humildade, sinceridade e pureza estão sendo testados. Mas deve-se, sobretudo, aguardar pela hora de Deus. É Ele quem decide a hora e o modo de atender a sua oração, não por um exercício de autoridade, mas porque, em sua infinita sabedoria, sabe o que é melhor para cada um de nós.
E Ele dá sempre mais do que pedimos. Quando Salomão pediu Sabedoria para governar seu povo, Ele deu, além da Sabedoria, riqueza e esplendor.
Finalmente, a oração precisa ser como a de Jesus, no Jardim das Oliveiras, submetendo-se à vontade do Pai : Pai, se for possível, afasta de mim este Cálice. Mas não se faça a minha vontade, e sim a Tua.
Ele adverte contra a oração presunçosa do fariseu, a frente do Templo e aprova a oração humilde do publicano, no ultimo banco. O orgulho do primeiro, considerando-se santo, e o reconhecimento do segundo de seu pecado e miséria, marcaram a oração de ambos.
Não há medidas para a misericórdia de Deus, ante a oração pura. Ao bom ladrão, na Cruz, que se reconhece pecador, e lhe pede para lembrar-se dele, quando entrar em seu Reino, responde: Ainda hoje estarás comigo no Paraíso.
Diante da oração confiante de Maria, nas Bodas de Canaã, responde com o milagre da transformação da água em vinho. O que queres que eu te faça, pergunta ao cego Bartimeu. Que eu veja, lhe suplica. E ficou curado.
A oração tem que ser sincera como a do bom ladrão, confiante como a de Maria, humilde como a de Bartimeu e precisa sair de um coração puro como o de uma criança.
É preciso sofrer uma transformação radical para fazer a verdadeira oração. E essa transformação acontece com um único ato de vontade: Eu quero...a partir de hoje vou mudar...eu poço, com a graça de Deus.
Depois é preciso pedir com insistência. Afinal a sua confiança, humildade, sinceridade e pureza estão sendo testados. Mas deve-se, sobretudo, aguardar pela hora de Deus. É Ele quem decide a hora e o modo de atender a sua oração, não por um exercício de autoridade, mas porque, em sua infinita sabedoria, sabe o que é melhor para cada um de nós.
E Ele dá sempre mais do que pedimos. Quando Salomão pediu Sabedoria para governar seu povo, Ele deu, além da Sabedoria, riqueza e esplendor.
Finalmente, a oração precisa ser como a de Jesus, no Jardim das Oliveiras, submetendo-se à vontade do Pai : Pai, se for possível, afasta de mim este Cálice. Mas não se faça a minha vontade, e sim a Tua.
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