O SILÊNCIO DOS BONS
Será que a maioria dos brasileiros se dá conta de que no Brasil há mais de vinte milhões de menores vivendo nas ruas, à margem da sociedade?
Será que os cidadãos já perceberam que a verba destinada à saúde não é totalmente usada na saúde, e por isso vivemos uma verdadeira calamidade em nossos hospitais e postos?
Já nos damos conta do estado de insegurança em que vivemos, quando um poder paralelo comanda as drogas e o crime organizado cresce assustadoramente?
Não incomoda às pessoas saber que nunca houve tanta corrupção do Poder Público, como agora?
Ninguém se importa com a morosidade e descaso da Justiça no Brasil?
A impressão que dá é que todos estamos anestesiados e perdemos o poder de reação.
Enquanto isso um número de pessoas, reduzido mas que fala alto, vai ditando as normas e abolindo os critérios justos e democráticos.
Isso vai acontecendo diante de uma maioria apática e silenciosa.
Certa vez um grande líder chamado Martin Luterking, estupefato diante de tal descalabro, assim se manifestou: Não tenho medo do barulho dos maus, mas tenho medo do silêncio dos bons.
Os bons, que são maioria, deixam-se levar como ovelhas para a tosquia ou como gado para o abatedouro.
Quando virá a reação tão esperada?
Será que os cidadãos já perceberam que a verba destinada à saúde não é totalmente usada na saúde, e por isso vivemos uma verdadeira calamidade em nossos hospitais e postos?
Já nos damos conta do estado de insegurança em que vivemos, quando um poder paralelo comanda as drogas e o crime organizado cresce assustadoramente?
Não incomoda às pessoas saber que nunca houve tanta corrupção do Poder Público, como agora?
Ninguém se importa com a morosidade e descaso da Justiça no Brasil?
A impressão que dá é que todos estamos anestesiados e perdemos o poder de reação.
Enquanto isso um número de pessoas, reduzido mas que fala alto, vai ditando as normas e abolindo os critérios justos e democráticos.
Isso vai acontecendo diante de uma maioria apática e silenciosa.
Certa vez um grande líder chamado Martin Luterking, estupefato diante de tal descalabro, assim se manifestou: Não tenho medo do barulho dos maus, mas tenho medo do silêncio dos bons.
Os bons, que são maioria, deixam-se levar como ovelhas para a tosquia ou como gado para o abatedouro.
Quando virá a reação tão esperada?
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