O HOMEM versus DEUS
O homem tem uma sede insaciável de realização. Por mais que alcance objetivos, nunca se satisfaz. Luta para ter a sua casa. Quando a consegue, seu coração não descansa, continua faltando algo. Compra o carro, muda de casa, faz poupança, viaja, e de repente descobre que na pobreza ou na opulência estará sempre faltando alguma coisa. Aí então, muitos se voltam para as bebidas, drogas, sexo e tantas outras formas de preencher o vazio da alma. É tudo em vão. A ansiedade continua devorando seu íntimo em busca de algo que não consegue entender. Quantas pessoas chegam ao fim da vida sem entender a que vieram. Só amontoaram desilusões, frustrações e a certeza de que contaram o tempo, mas não fizeram a diferença. Se nesse momento eu falar em Deus, muitos irão interromper a leitura. Há em nós uma reação adversa em relação ao espiritual. Mas quando se chega ao fim, essa reação cessa, porque a vida afunilou, e se não houver Deus, nada fará sentido. A inconformidade ante a vida que acaba, o desejo nato do homem à imortalidade, faz que se chegue à única opção de um Deus Criador que está a nossa espera. E o homem que ignorou Deus, em nome da ciência, que nada sabe sobre a criação, sente que Ele é a melhor resposta à sede de realização que sempre o atormentou. De onde vim, quem sou, para onde vou? São perguntas que a ciência há milênios não consegue responder, a não ser com teorias vagas, que esbarram sempre na origem do Universo. Um filósofo certa vez disse:” A única coisa que sei é que nada sei.” Nascemos, vivemos e morremos sem nada saber quando prescindimos de Deus. Deus sem o homem é tudo. O homem sem Deus é nada.
O homem tem uma sede insaciável de realização. Por mais que alcance objetivos, nunca se satisfaz. Luta para ter a sua casa. Quando a consegue, seu coração não descansa, continua faltando algo. Compra o carro, muda de casa, faz poupança, viaja, e de repente descobre que na pobreza ou na opulência estará sempre faltando alguma coisa. Aí então, muitos se voltam para as bebidas, drogas, sexo e tantas outras formas de preencher o vazio da alma. É tudo em vão. A ansiedade continua devorando seu íntimo em busca de algo que não consegue entender. Quantas pessoas chegam ao fim da vida sem entender a que vieram. Só amontoaram desilusões, frustrações e a certeza de que contaram o tempo, mas não fizeram a diferença. Se nesse momento eu falar em Deus, muitos irão interromper a leitura. Há em nós uma reação adversa em relação ao espiritual. Mas quando se chega ao fim, essa reação cessa, porque a vida afunilou, e se não houver Deus, nada fará sentido. A inconformidade ante a vida que acaba, o desejo nato do homem à imortalidade, faz que se chegue à única opção de um Deus Criador que está a nossa espera. E o homem que ignorou Deus, em nome da ciência, que nada sabe sobre a criação, sente que Ele é a melhor resposta à sede de realização que sempre o atormentou. De onde vim, quem sou, para onde vou? São perguntas que a ciência há milênios não consegue responder, a não ser com teorias vagas, que esbarram sempre na origem do Universo. Um filósofo certa vez disse:” A única coisa que sei é que nada sei.” Nascemos, vivemos e morremos sem nada saber quando prescindimos de Deus. Deus sem o homem é tudo. O homem sem Deus é nada.

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