ACREDITAMOS REALMENTE EM DEUS?
Apenas para incitar o raciocínio lógico, digamos que todos nós acreditamos em Deus; cremos que Ele é o nosso criador e de todas as coisas visíveis e invisíveis; que seu Filho Jesus Cristo se fez homem, morreu na cruz, ressuscitou ao terceiro dia, nos reconciliou com o Pai e implantou o amor fraterno, com o qual deveríamos transformar nosso mundo no Reino de Deus; que Ele prometeu que iria voltar, uma segunda vez, a procura dos justos e de fé. Se cremos nisso tudo, se somos um País com 90% de cristãos, por que dizemos que o Estado é laico, e que Religião e Política não se misturam? Por que fazemos leis contrárias aos ensinamentos de Cristo, expressos na Bíblia, como divórcio, aborto, eutanásia, criação de um terceiro sexo, proibição de símbolos cristãos em lugares públicos, manipulação de embriões e tantas a caminho no Congresso? Diz a Bíblia, “feliz a Nação cujo Deus é o Senhor”. Deus é o Senhor do Brasil? Por que temos, então, um governo socialista, em tudo contrário as orientações cristãs? Se acreditamos que Cristo veio ao mundo para “fazer novas todas as coisas”, humanizar nossas relações e nos ligar a Deus, por que o afastamos de nossas políticas públicas, implantando uma política divorciada de seus ensinamentos? Não estamos agindo como agnósticos, que até creem que Deus existe, mas sem se importar com Ele, achando que Ele não se importa conosco? Há muita incoerência entre o que cremos e o que professamos. A justiça divina seria muito mais propícia a nós, se simplesmente não crêssemos, o que justificaria nossos atos. Mas se cremos, essa crença sem o devido seguimento será a nossa condenação. Só nos resta invocar a oração de Cristo na Cruz:” Pai, perdoai-lhes, não sabem o que fazem.” Queira Deus que estejamos incluídos entre os que não sabem o que fazem.
Apenas para incitar o raciocínio lógico, digamos que todos nós acreditamos em Deus; cremos que Ele é o nosso criador e de todas as coisas visíveis e invisíveis; que seu Filho Jesus Cristo se fez homem, morreu na cruz, ressuscitou ao terceiro dia, nos reconciliou com o Pai e implantou o amor fraterno, com o qual deveríamos transformar nosso mundo no Reino de Deus; que Ele prometeu que iria voltar, uma segunda vez, a procura dos justos e de fé. Se cremos nisso tudo, se somos um País com 90% de cristãos, por que dizemos que o Estado é laico, e que Religião e Política não se misturam? Por que fazemos leis contrárias aos ensinamentos de Cristo, expressos na Bíblia, como divórcio, aborto, eutanásia, criação de um terceiro sexo, proibição de símbolos cristãos em lugares públicos, manipulação de embriões e tantas a caminho no Congresso? Diz a Bíblia, “feliz a Nação cujo Deus é o Senhor”. Deus é o Senhor do Brasil? Por que temos, então, um governo socialista, em tudo contrário as orientações cristãs? Se acreditamos que Cristo veio ao mundo para “fazer novas todas as coisas”, humanizar nossas relações e nos ligar a Deus, por que o afastamos de nossas políticas públicas, implantando uma política divorciada de seus ensinamentos? Não estamos agindo como agnósticos, que até creem que Deus existe, mas sem se importar com Ele, achando que Ele não se importa conosco? Há muita incoerência entre o que cremos e o que professamos. A justiça divina seria muito mais propícia a nós, se simplesmente não crêssemos, o que justificaria nossos atos. Mas se cremos, essa crença sem o devido seguimento será a nossa condenação. Só nos resta invocar a oração de Cristo na Cruz:” Pai, perdoai-lhes, não sabem o que fazem.” Queira Deus que estejamos incluídos entre os que não sabem o que fazem.

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