ERA UMA VEZ
Era uma vez um Município chamado Esperança, um Estado chamado Corrupção em um País de nome AnarquiaNesse País de faz de conta, os políticos só procuravam o seu próprio enriquecimento enquanto o povo, principalmente o mais pobre, em torno de 70% da população, lutava apenas para sobreviver.
Os impostos recebidos eram os mais caros do mundo. Mas desapareciam nas obras faraônicas, nas comissões, nas propinas e nas percentagens. O superfaturamento era muito comum. Era só cobrir com notas fiscais.
No Município Esperança, como nos demais Municípios, o povo só vivia da esperança. Esperavam um Messias, que quase sempre se mostrava oportunista e aproveitador.
Só se fazia obras suntuosas, pois só nelas havia o jeitinho de se tirar proveito.
Obras sociais eram raras, pois essas obras levariam o povo a conhecer melhor seus direitos e não se contentariam com migalhas.
Faziam-se obras de Hospitais e Postos de Saúde. Mas não se contratavam médicos e equipe de enfermagem suficiente, nem se pagava bons salários.
Faziam-se Escolas. Mas os salários dos professores eram mínimos e por isso o ensino era péssimo,
Faziam-se ruas e estradas para os carros. Mas faltavam praças, jardins, áreas esportivas e qualquer investimento na vida social e esportiva do cidadão.
Os maios de transportes eram caros, insuficientes e precários.
A segurança estava nas mãos de milícias.
Não se investia em cursos profissionais, pois isso faria o cidadão independente.
Os administradores e políticos eram senhores do povo, intocáveis, entrincheiravam-se em seus gabinetes luxuosos, e não servidores públicos.
A esperança do Município esbarrava na corrupção geral e se desmanchava na anarquia.
Mas tudo isso é ficção, é faz de conta!
A verdade sobre o Município, o Estado e o País em que vivemos somente você que está lendo, nesse momento, pode avaliar.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Olá,poste seu comentário.Dê sua opinião.
Ele é muito imporatnte para mim!