O PROFETA JEREMIAS E O BRASIL DE HOJE
Jeremias foi um profeta que exerceu o seu ministério em Judá durante o reinado de seus últimos monarcas nos séculos 7 e 6 A.C., quando ocorreu a queda do Reino do Sul. Ele orientava o povo a não resistir ao avanço da Babilônia, pois a queda do reinado era inevitável, já que os judeus haviam abandonado o caminho de Deus, tornando seus corações duros e surdos apesar de serem sempre orientados pelos profetas anteriores. A situação de Judá era péssima tanto no aspecto religioso como econômico e financeiro. Jeremias se tornou antipático, foi perseguido, preso e quase morto pelos judeus, pois pregava que o cativeiro na Babilônia estava próximo, como castigo de Deus. Não foi ouvido na época própria e por isso a consequência era a escravidão diante do império Babilônico.
No Brasil, várias vozes se levantaram ao prevenir a Nação do perigo que, enquanto povo cristão, corria por abandonar as práticas cristãs, entregando-se à ideologia socialista e comunista, que iria corromper a nossa sociedade e destruir nossa economia. Tudo foi em vão. Leis contrárias ao cristianismo, como aborto, divorcio, manipulação de embriões, casamento de homossexuais, ideologia de gênero e tantas outras foram adotadas e chegamos ao fundo do poço em matéria de economia e finanças.
Estamos perto das eleições presidenciais e os partidos de esquerda se organizam para tentar se manter no Poder e levar adiante o seu plano de comunização do País. Só há um candidato que se apresenta como voz do Cristianismo e com determinação para colocar o Brasil nos trilhos. Seu nome é Jair Bolsonaro. É a última esperança como Jeremias foi para o povo Judeu. O povo do passado não ouviu o profeta e amargou setenta anos de cativeiro. Para nós ainda é tempo. Bolsonaro é um profeta, um Messias? Claro que não. Usando de analogia, no entanto, ele hoje é tão importante para o Brasil como Jeremias foi para o Reino de Judá. Segui-lo ou não é a nossa escolha. Queira Deus que nossos corações não estejam tão surdos e endurecidos como os do povo Judeu de outrora.
No Brasil, várias vozes se levantaram ao prevenir a Nação do perigo que, enquanto povo cristão, corria por abandonar as práticas cristãs, entregando-se à ideologia socialista e comunista, que iria corromper a nossa sociedade e destruir nossa economia. Tudo foi em vão. Leis contrárias ao cristianismo, como aborto, divorcio, manipulação de embriões, casamento de homossexuais, ideologia de gênero e tantas outras foram adotadas e chegamos ao fundo do poço em matéria de economia e finanças.
Estamos perto das eleições presidenciais e os partidos de esquerda se organizam para tentar se manter no Poder e levar adiante o seu plano de comunização do País. Só há um candidato que se apresenta como voz do Cristianismo e com determinação para colocar o Brasil nos trilhos. Seu nome é Jair Bolsonaro. É a última esperança como Jeremias foi para o povo Judeu. O povo do passado não ouviu o profeta e amargou setenta anos de cativeiro. Para nós ainda é tempo. Bolsonaro é um profeta, um Messias? Claro que não. Usando de analogia, no entanto, ele hoje é tão importante para o Brasil como Jeremias foi para o Reino de Judá. Segui-lo ou não é a nossa escolha. Queira Deus que nossos corações não estejam tão surdos e endurecidos como os do povo Judeu de outrora.
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