CAMINHEIRO
Cansado da jornada, o caminheiro joga a mochila no chão, assenta-se e volve o olhar para trás. Percorreu uma longa estrada, as vezes por terrenos planos, outras vezes por sendas tortuosas e difíceis. Nesse seu olhar para trás percebe os tropeços, as oportunidades perdidas, os momentos em que deveria continuar, mas parou; as trilhas que deveria evitar, mas não evitou; as sementes que deveria semear, mas não semeou e os frutos que não deveria tocar, mas colheu. Quanto poderia haver realizado, mas se acomodou, quanto já poderia ter caminhado, mas se retardou. Os anos se passaram e uma tristeza melancólica se abate sobre o caminheiro, pois ele sabe que quando tinha forças, não sabia o que fazer; e agora que sabe o que fazer, já não tem mais forças. Lentamente abre a mochila de sua vida e percebe então que muito pouco conquistou. Sente vontade de se deitar na relva, fechar os olhos e ansiar pelo fim. Mas algo dentro dele o faz levantar e encarar o caminho que tem pela frente. Ainda há planícies, caminhos áridos, atalhos, terra a ser semeada e ideais a serem conquistados. É preciso caminhar. Não pelos caminhos mais fáceis ou menos inóspitos, mas pelos caminhos certos e retos. É preciso juntar as poucas forças que ainda lhe restam e tentar reconquistar o tempo perdido. A sabedoria acumulada haverá de suprir o cansaço da vida. Na mochila ainda existem sonhos a serem realizados; no peito ainda bate um coração desejoso de acertar. Suas pernas debilitadas estão prontas para andar. Já não quer olhar para trás. O que passou, passou. A vida é uma aventura e o verdadeiro caminheiro sabe que não pode parar.
Cansado da jornada, o caminheiro joga a mochila no chão, assenta-se e volve o olhar para trás. Percorreu uma longa estrada, as vezes por terrenos planos, outras vezes por sendas tortuosas e difíceis. Nesse seu olhar para trás percebe os tropeços, as oportunidades perdidas, os momentos em que deveria continuar, mas parou; as trilhas que deveria evitar, mas não evitou; as sementes que deveria semear, mas não semeou e os frutos que não deveria tocar, mas colheu. Quanto poderia haver realizado, mas se acomodou, quanto já poderia ter caminhado, mas se retardou. Os anos se passaram e uma tristeza melancólica se abate sobre o caminheiro, pois ele sabe que quando tinha forças, não sabia o que fazer; e agora que sabe o que fazer, já não tem mais forças. Lentamente abre a mochila de sua vida e percebe então que muito pouco conquistou. Sente vontade de se deitar na relva, fechar os olhos e ansiar pelo fim. Mas algo dentro dele o faz levantar e encarar o caminho que tem pela frente. Ainda há planícies, caminhos áridos, atalhos, terra a ser semeada e ideais a serem conquistados. É preciso caminhar. Não pelos caminhos mais fáceis ou menos inóspitos, mas pelos caminhos certos e retos. É preciso juntar as poucas forças que ainda lhe restam e tentar reconquistar o tempo perdido. A sabedoria acumulada haverá de suprir o cansaço da vida. Na mochila ainda existem sonhos a serem realizados; no peito ainda bate um coração desejoso de acertar. Suas pernas debilitadas estão prontas para andar. Já não quer olhar para trás. O que passou, passou. A vida é uma aventura e o verdadeiro caminheiro sabe que não pode parar.

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Olá,poste seu comentário.Dê sua opinião.
Ele é muito imporatnte para mim!