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sexta-feira, 21 de agosto de 2015



                                            INSEGURANÇA ECONÔMICA E FINANCEIRA

O País atravessa uma fase difícil que só pode ser mudada, a  médio e longo prazo, se for implementada uma nova política econômica e financeira, tendo a frente pessoas altamente qualificadas e havendo vontade política. Nisso reside o problema, pois a história prova que Países que adotam posturas socialistas, como Cuba e Venezuela, não são capazes de produzir riqueza, visam apenas instalar o caos, para justificar as ditaduras de esquerda. E depois de instalada a ditadura criam duas classes: o povo, vivendo na miséria e a classe dominante vivendo na opulência. É o caso desses dois países citados e de todos aqueles que emergiram da queda da cortina de ferro soviética. Infelizmente o Brasil caminha a passos largos para essa situação. Atente-se para o que está acontecendo com a indústria, o comércio e a prestação de serviços, devido a falta de confiança na política atual e aos maus resultados  que ela tem apresentado: A indústria  automobilística está com uma queda de 30% na produção, devido a mesma  queda na comercialização. Isso produz desemprego em grandes proporções; desempregados consumem menos, em todas as áreas, o que causa um efeito em cascata em toda a cadeia econômica e financeira do País. Em outras  áreas acontece o mesmo, como na construção civil, onde se constrói menos, vende-se menos ainda e tudo com  mais desemprego. O comércio tem detectado um retrocesso imenso, onde as pequenas e médias empresas que são  responsáveis por mais de 50% dos empregos gerados, devido à queda nas vendas, têm fechado da noite para o dia, e as que resistem funcionam no vermelho. E o resultado é  mais desemprego. Na prestação de serviços, tomando por base os escritórios de corretagem e advocacia, não é diferente a situação:  enorme quantidade de imóveis à venda, por preços acima do  normal, pelo medo dos vendedores de perderem dinheiro, ante a insegurança reinante,  compradores com  capital só comprando se houver preços baixos, pelo mesmo  motivo, o que inviabiliza o  mercado; escritórios que tem como base de seus serviços a realização de inventários, usucapião e divórcios vêem os tomadores de serviços recuando, cada vez mais, já que tais serviços não são de importância  vital e poderão ser feitos em outra ocasião. Isso porque a população está com medo de gastar, de um lado, e sem meios de gastar, de outro, ante a incerteza reinante. É por não se ver uma luz no fim do túnel que o povo está  assustado e clamando por intervenção militar constitucional, como a que houve em 1964, já  que os depostos daquela época  são os mesmos que agora estão no  poder  repetindo-se na História. Não sabemos que rumo tomará o País. Pode ser até que o Congresso, numa atitude patriótica, na qual ninguém mais acredita, proceda ao Impeachment. O Brasil precisa de uma diretriz rápida  e competente para se evitar a anarquia que se aproxima. Pouco se pode esperar de nossos políticos que são considerados os mais corruptos do mundo. Será preciso reeditar as Marchas da Família que em 1964 levaram milhões às ruas?  Provavelmente sim!  Mas depois  será preciso que o cidadão entenda que se “todo o poder emana do povo”, necessário se faz que “em seu nome seja exercido”, e jamais será se continuarmos entregando o País  nas mãos de inimigos da Democracia e do Cristianismo.



 

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