AGONIA NO GETSÊMANI.
Sabendo que a sua hora se aproximava, Jesus levou os apóstolos ao Monte das Oliveiras, e pediu a eles que orassem pois estava em grande agonia. Afastando-se deles, prostrou-se e rezava dizendo: “Pai, se for possível, afasta de mim esse cálice, mas não se faça a minha vontade e sim a tua.” Naquele instante, como profetizou Isaias, Cristo recolhia em seu coração todas as mazelas da humanidade; todas as suas dores, pecados e aflições e oferecia ao Pai como se fossem dele. O ser incorruptível, que nunca pecara, fazia-se pecado, para em nosso nome reconciliar-nos com Deus. A dor de assumir todo o mal dos homens era maior que a dor que assumiria em sua Paixão. Todo o seu ser foi penetrado pela agonia dos que sofrem, dos que são marginalizados pelas drogas, pelo álcool, pela luxúria; pela dor e abandono em que vivem milhões de crianças de rua; pelo tormento que passam os sem teto, sem emprego; pela falta de atendimento e socorro aos doentes, pelos anciãos abandonados pelas famílias; pela perversidade dos que matam, estrupam, abusam de crianças; pela insensatez dos que governam e espoliam o povo; pela maldade e intolerância dos que causam as guerras; pelo silêncio dos que não vão em socorro dos oprimidos e necessitados. Tudo isso pesava em seu coração e não sendo culpa sua, assumia como se fosse e pedia perdão ao Pai. Era a suprema dor do inocente que se fazia vítima por nossos pecados. Pode alguém entender essa dor e agonia? Pode-se, assim, se entender o suor de sangue que corria pelo rosto de Jesus? Aos apóstolos que dormiam apenas disse, tristemente: “Orai e vigiai para não cairdes em tentação.” Foi numa quinta-feira, que ficou santificada. É nessa quinta-feira que lembramos e revivemos a sua agonia. Que nossos olhos não se fechem de sono, como os dos apóstolos, e possamos com nossas orações nos unirmos ao Senhor Jesus que se sacrificou por nós.
Sabendo que a sua hora se aproximava, Jesus levou os apóstolos ao Monte das Oliveiras, e pediu a eles que orassem pois estava em grande agonia. Afastando-se deles, prostrou-se e rezava dizendo: “Pai, se for possível, afasta de mim esse cálice, mas não se faça a minha vontade e sim a tua.” Naquele instante, como profetizou Isaias, Cristo recolhia em seu coração todas as mazelas da humanidade; todas as suas dores, pecados e aflições e oferecia ao Pai como se fossem dele. O ser incorruptível, que nunca pecara, fazia-se pecado, para em nosso nome reconciliar-nos com Deus. A dor de assumir todo o mal dos homens era maior que a dor que assumiria em sua Paixão. Todo o seu ser foi penetrado pela agonia dos que sofrem, dos que são marginalizados pelas drogas, pelo álcool, pela luxúria; pela dor e abandono em que vivem milhões de crianças de rua; pelo tormento que passam os sem teto, sem emprego; pela falta de atendimento e socorro aos doentes, pelos anciãos abandonados pelas famílias; pela perversidade dos que matam, estrupam, abusam de crianças; pela insensatez dos que governam e espoliam o povo; pela maldade e intolerância dos que causam as guerras; pelo silêncio dos que não vão em socorro dos oprimidos e necessitados. Tudo isso pesava em seu coração e não sendo culpa sua, assumia como se fosse e pedia perdão ao Pai. Era a suprema dor do inocente que se fazia vítima por nossos pecados. Pode alguém entender essa dor e agonia? Pode-se, assim, se entender o suor de sangue que corria pelo rosto de Jesus? Aos apóstolos que dormiam apenas disse, tristemente: “Orai e vigiai para não cairdes em tentação.” Foi numa quinta-feira, que ficou santificada. É nessa quinta-feira que lembramos e revivemos a sua agonia. Que nossos olhos não se fechem de sono, como os dos apóstolos, e possamos com nossas orações nos unirmos ao Senhor Jesus que se sacrificou por nós.

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