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sábado, 31 de janeiro de 2015

MOCINHOS E BANDIDOS
As coisas estão bem diferentes de antes. Antigamente todos os garotos queriam ser os mocinhos; ninguém queria ser o bandido. Hoje ser bandido dá status, poder, dinheiro e respeito ( medo? ). As meninas de então queriam ser as namoradas dos mocinhos, pois eles eram os moços bons, que no saloon só bebiam leite. Hoje elas querem ser as pistoleiras, bebendo com seus anti-heróis toda espécie de álcool e usando drogas. Nos tempos antigos o sonho maior dos jovens era se casar, constituir família, ter muitos filhos e ser felizes para sempre. Atualmente, talvez se juntar, filhos não têm nada a haver e família já era. Naqueles tempos moços de bem não cuspiam no chão, eram decentes e não diziam palavrão. Agora, urinam nas praças públicas, colecionam filmes pornôs e em cada três palavras proferidas, duas são de baixo calão. Era tão bom quando as crianças eram as meninas dos olhos dos adultos..... Hoje, a maioria dos partos é de mães solteiras, com menos de 16 anos, e há pelas ruas mais de vinte milhões de crianças desamparadas. Nossos pais ensinavam que sexo era para depois do casamento, pois filho era coisa muito séria. Os ensinamentos modernos adotaram a camisinha como sexo seguro e sem compromisso. Nos tempos idos, as crianças, desde cedo iam para o trabalho com os pais, para aprender, com todo zelo e cuidado, profissão para o futuro. Agora é crime e exploração de menores. E o resultado é uma geração inteira de homens e mulheres despreparados para o mercado de trabalho. Antigamente, domingo era dia de colocar a roupa nova e ir para Igreja, louvar e agradecer ao Senhor. Hoje, religião é ópio do povo, e somente dez por cento da população frequenta os Templos.
Por que mudamos? Para que mudamos? Que mundo é esse em que vivemos e o que vamos deixar para nossos filhos? Ainda existem pessoas que se preocupam com essas mudanças? Ainda há leitores para esse tipo de artigo? Vale a pena, hoje, falar nesse assunto?
Sinceramente, não sei. Estou apenas deixando claro que não mudei e estou fazendo a minha parte.

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