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quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Deus dá o cobertor conforme o frio. A Igreja passou tempos difíceis,
após o Concílio Vaticano II, por causa de falsas interpretações. Vi
Muitas Igrejas, Brasil a fora, destruir os confessionários e declarar
que confissão, agora, era só comunitária. Vi as imagens de Maria e dos
Santos serem retiradas dos Templos, para favorecer o e cumenismo. Vi o
abandono das práticas populares, como procissões, bênçãos do Santíssimo,
mês de Maria e Mês das Missões serem relegadas a um segundo plano,
porque era necessário se investir no social e no político. Vi as filas
para se receber a Eucaristia aumentarem extraordinariamente, enquanto as
paróquias não falavam mais em Confissão.. Vi a criação de missas
sacrílegas onde se cultuava o ìndio, o boia fria, o escravo e tantos
outros, com um total esquecimento de que a Missa é a renovação do
Sacrifício do Calvário e o ponto principal é o Cristo que morre por
nossos pecados, ressuscita e se oferece ao Pai como Oblação. Vi quase
50% dos padres brasileiros renunciarem ao Sacerdócio,(embora mais tarde a
maioria haja se arrependido e tentado voltar) e os que restaram
abandonar a vestimenta sacerdotal exigida pela Igreja. E tudo isso
porque erradamente se difundiu a ideia de que eram determinações do
Concílio Vaticano II, que nunca pregou essas aberrações. E acobertando
toda essa confusão vi a Teologia da Libertação tomar conta da Igreja e
acabar com a espiritualidade, que sempre foi e será o eixo central da
Evangelização. Foi quando, ao mesmo tempo, surgiu a Renovação
Carismática Católica. É verdade que, inicialmente veio com erros do
protestantismo e do espiritismo. como Don Estevão, de saudosa memória,
arguiu. Mais tarde Don Estevão reconheceu que, finalmente a Renovação
Carísmática havia se purificado e se transformado numa Comunidade de
Vida e Renovação dentro da Igreja, defensora da fé. A Canção Nova, como
outras comunidades católicas têm sido uma ardorosa defensora da fé e da
doutrina e por isso foi reconhecida oficialmente pela Igreja através de
João Paulo II. Não é isenta de erros. Deveria ter mais coragem para se
postar em defesa de padres como Frei Roberto da Toca de Assis, Pe. José
Augusto e o próprio Monsenhor Jonas que amargou uma doença por cerca de
dois anos, talvez para ser obediente a superiores. Mas não é de
estranhar. A Igreja é um celeiro de mártires que mantém o silêncio ante
pressões de superiores, que mais cedo ou mais tarde prestarão contas a
Deus. São esses mártires modernos que atraem a misericórdia de Deus.
Finalmente, a Teologia da Libertação foi o veneno que adoeceu a Igreja,
enquanto a Renovação Carismática, mesmo com erros e deficiências, foi o
antídoto que Deus nos deu. Para tempos difíceis, soluções fortes. Isso é
a Renovação Carismática. Não um movimento dentro da Igreja, mas a
Igreja em movimento.
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