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sábado, 19 de julho de 2014

                                                  A  FORÇA DO CIDADÃO

Estão chegando as eleições e uma enxurrada  de prospectos, cartas e faixas invadem as cidades atribuindo essa ou aquela obra a um político. Nas ruas esbarramos com candidatos, na maioria pleiteando reeleição,  apertando  mãos, dando abraços, beijos em crianças e idosos e doando tijolos, cimento, areia, além de óculos, dentaduras e até dinheiro.  Muitos líderes comunitários  são arregimentados, com pagamentos mensais, para os três meses que antecedem as eleições, de  seiscentos a hum mil reais. E esses candidatos, que estiveram longe do povo por quatro anos, voltam com a maior cara de pau, por acreditarem que o povo tem memória curta. E pasmem, amigos, na maioria são reeleitos. E adiamos, por mais quatro anos, o nosso sonho de uma sociedade mais justa e fraterna. A compensação que eles dão ao povo é churrascada, futebol, samba e algumas manifestações populares dirigidas.
É precisos mudar! Mas como? Talvez passando uma borracha em tudo que já foi mal escrito, como por exemplo, não votando em nenhum candidato para reeleição.   É uma atitude radical? Sim, é! Mas não há outro jeito de arrumar a casa, a não ser tirando os moradores que não a souberam ocupar devidamente.
E agora, então, será a hora de colocar  na casa novos moradores. É preciso avaliar cada candidato para não correr o risco de eleger oportunistas.  Não peçam aos candidatos  ajudas pessoais de qualquer tipo.  Estariam vendendo o  voto. E  não aceitem propostas de ajudas para coberturas de despesas. É uma forma camuflada de comprar a  consciência. Nós somos uma Nação Cristâ! Verifiquem se os candidatos têm compromisso com as normas morais e cristãs de vida. Levem em conta que sejam homens de família, e que vão defendê-la em qualquer circunstância. Afinal a família é a base da sociedade.
E não esqueçam : eles sãos candidatos a um emprego, cujo patrão é o povo. Se eles não tiverem a humildade de reconhecer isso, não servem para o posto. Afinal, em sua vida particular, vocês contratariam empregados que não  lhes fossem fieis?
Essa é a força do cidadão: O VOTO!  Com ele pode-se mudar tudo o que está podre e já deveria haver caído. Ou então, tristemente, esperar mais quatro anos,  por um amadurecimento de CIDADANIA que insiste em não vir.
Phlodi.blogspot.com.br  

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