Falha de Educação
Desde crianças nossos pais
almejam um grande futuro para nós. Pensam em nós como famosos doutores, ricos comerciantes
ou industriais de renome. Querem nos ver como pessoas realizadas na vida e inteiramente felizes.
Estranhamente, na educação que recebemos não se fala da brevidade da vida, e se
omite a palavra morte, como se assim se pudesse poupar os filhos. E por causa
dessa educação, ninguém se prepara convenientemente para a morte que é
inevitável.
Quanto tempo pode durar a vida
humana? Talvez 80 seja o limite pois só
os muito fortes ultrapassam essa faixa. E então, tudo o que foi plantado fica para
trás, pois daqui nada se leva.
Resolvida a equação sobre a
existência de Deus e do próprio Paraíso, já que a maioria das pessoas acredita,
resta a pergunta: Por que investimos tão pouco na vida que vem após esta,
enquanto apostamos todas as nossas fixas no aqui e agora? Talvez tenhamos olhos
e não enxerguemos; ouvidos e não ouçamos; cérebro e não raciocinemos. E, no
entanto, o único mandamento que Deus nos deixou foi o amor. E é o que mais falta no mundo.
Vida após a vida, eis a
questão! Se acreditarmos, temos que
fazer por onde a merecer. Se não acreditarmos, tanto faz. O que não podemos é
ficar indiferentes e na hora da morte cair em desespero.
Há uma pergunta que li certo dia
numa faixa que me deixou preocupado e, queira Deus, a você também: Onde você pretende passar a sua eternidade?
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