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domingo, 23 de fevereiro de 2014



                                            Falha  de  Educação


Desde crianças nossos pais almejam um grande futuro para nós. Pensam em nós como famosos doutores, ricos comerciantes ou industriais de renome.  Querem  nos ver como pessoas  realizadas na vida e inteiramente felizes. Estranhamente, na educação que recebemos não se fala da brevidade da vida, e se omite a palavra morte, como se assim se pudesse poupar os filhos. E por causa dessa educação,  ninguém se prepara  convenientemente para a morte que é inevitável.
Quanto tempo pode durar a vida humana? Talvez 80  seja o limite pois só os muito fortes ultrapassam essa faixa. E então, tudo o que foi plantado fica para trás, pois daqui nada se leva.
Resolvida a equação sobre a existência de Deus e do próprio Paraíso, já que a maioria das pessoas acredita, resta a pergunta: Por que investimos tão pouco na vida que vem após esta, enquanto apostamos todas as nossas fixas no aqui e agora? Talvez tenhamos olhos e não enxerguemos; ouvidos e não ouçamos; cérebro e não raciocinemos. E, no entanto, o único mandamento que Deus nos deixou foi  o amor. E é o que mais falta no mundo.
Vida após a vida, eis a questão!  Se acreditarmos, temos que fazer por onde a merecer. Se não acreditarmos, tanto faz. O que não podemos é ficar indiferentes e na hora da morte cair em desespero.
Há uma pergunta que li certo dia numa faixa que me deixou preocupado e, queira Deus, a você também:  Onde você pretende passar a sua eternidade?

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