Quando você procura benefícios só
para o seu grupo e exclui os outros, certamente está praticando o
corporativismo. Mas quando você luta por uma boa imagem de sua família, mesmo
sabendo que ela não é perfeita, está
usando de fidelidade. Afinal os problemas internos de sua família devem ser
resolvidos em casa e não numa rede social.
Assim acontece também com as causas que
abraçamos. Geralmente um grupo participa
desse ideal e por isso se cria uma cumplicidade saudável que visa unicamente
proteger o seu empreendimento de situações
externas. Não é mostrando as
dificuldades e até expondo suas debilidades que irá encontrar apoio e respeito.
È necessário que venha à luz os pontos positivos e os negativos serem objeto de
discussão interna. Mas quando se dá a
público críticas que são feitas em âmbito interno, via de regra já rechaçadas pelo
conjunto, se pratica a infidelidade ao grupo e à causa.
Não posso expor a minha Empresa,
criticar e falar mal dela, sob pena de desmoralizá-la ante as demais pessoas. Não se trata de
esconder defeitos, mas a minha opinião, que nem sempre é a certa. O ambiente próprio
do debate é interno e deve-se respeitar a decisão da maioria. Se sua opinião não
puder se adequar à da maioria, tenha a dignidade de se afastar. Mas não traia o grupo que acreditou em você.
A
fidelidade se aplica também a grupos religiosos, ideológicos,
comunitários e tantos outros onde há princípios em jogo.
Existem pessoas que não aceitam
quando sua opinião é recusada. Não se curvam ante a maioria e vão discutir o
assunto que é interno em outras áreas. E assim agindo, enfraquecem a sua
comunidade. São levadas pela vaidade e pela presunção e não se conformam quando
sua opinião não é aceita.
Seja fiel à sua família, à sua
empresa, à sua igreja, à sua associação e ao seu conselho!
Mas se decidir que não é a sua praia,
siga o conselho popular: AME-ME OU DEIXE-ME.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Olá,poste seu comentário.Dê sua opinião.
Ele é muito imporatnte para mim!