A SEGUNDA VINDA DE CRISTO
É Pedro, em sua segunda Carta, no capítulo 3, versículo 9, quem nos adverte: “ O Senhor não tarda a cumprir sua promessa, como alguns interpretam a demora. É que Ele está usando de paciência para convosco, pois não deseja que ninguém se perca. Ao contrário, quer que todos venham a converter-se.” No versículo 14 acrescenta: “ Caríssimos, vivendo nesta esperança, esforçai-vos para que Ele vos encontre numa vida pura, sem mancha e em paz.”
Uma coisa é certa, embora o dia e a hora não o sejam: Ele vai voltar para dar a recompensa aos bons e o castigo aos maus. A demora em chegar pela segunda vez é a oportunidade que Ele nos concede de por a nossa vida na conformidade de sua vontade, como expressou por ocasião de sua Ascensão: “Ide! Fazei discípulos entre todas as Nações... Ensinai-lhes a observar tudo o que vos tenho ordenado.” (Mt 28,18-20)
Um ano novo vai começar. Todos se preocupam em planejar metas e objetivos, ansiosos em alcançar a felicidade sonhada. A maioria se esquece que todas as metas e objetivos estejam subordinados à segunda vinda de Cristo. E por isso não se esforçam em observar o que Cristo tem ordenado.
A segunda vinda de Cristo não deve ser olhada como o fim de tudo. Será o começo de “um novo céu e uma nova terra”. É por isso que a Igreja professa em sua Liturgia: Maranathá! Vem, Senhor Jesus!.
Que este novo ano seja para todos nós, um ano de mudanças radicais, em que Deus possa estar realmente presente, dirigindo as nossas vidas.
Uma coisa é certa, embora o dia e a hora não o sejam: Ele vai voltar para dar a recompensa aos bons e o castigo aos maus. A demora em chegar pela segunda vez é a oportunidade que Ele nos concede de por a nossa vida na conformidade de sua vontade, como expressou por ocasião de sua Ascensão: “Ide! Fazei discípulos entre todas as Nações... Ensinai-lhes a observar tudo o que vos tenho ordenado.” (Mt 28,18-20)
Um ano novo vai começar. Todos se preocupam em planejar metas e objetivos, ansiosos em alcançar a felicidade sonhada. A maioria se esquece que todas as metas e objetivos estejam subordinados à segunda vinda de Cristo. E por isso não se esforçam em observar o que Cristo tem ordenado.
A segunda vinda de Cristo não deve ser olhada como o fim de tudo. Será o começo de “um novo céu e uma nova terra”. É por isso que a Igreja professa em sua Liturgia: Maranathá! Vem, Senhor Jesus!.
Que este novo ano seja para todos nós, um ano de mudanças radicais, em que Deus possa estar realmente presente, dirigindo as nossas vidas.
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