LUTA DE CLASSES
È o próprio Cristo quem afirma: Pobres sempre tereis entre vós!
Isso não quer dizer que devamos nos conformar com a indigência.
Muitos são os fatores que causam a pobreza. A falta de inteligência é o de menor proporção. Via de regra a falta de oportunidades, de educação, inclusive a profissional, origem, entre outros, levam o maior peso.
As estatísticas dizem que a classe considerada pobre é de cerca de 60% da população. Os outros 40% estão distribuídos entre classe média e ricos.
Sessenta por cento da população corresponde a, mais ou menos, cento e quinze milhões de brasileiros. É uma grande fatia da população. A essa fatia é negada a educação média, profissional e universitária. A saúde, então, é uma verdadeira catástrofe. A habitação ainda é pior que a saúde e por isso se multiplicam os guetos, favelas, invasões, loteamentos e construções irregulares e famílias morando nas ruas. Os empregos somente são acessíveis a quem tem mais formação, ficando os pobres com o sub emprego e o desemprego. Sem falar que aos pobres são inacessíveis a vida social, carro próprio, boas roupas e até alimentação apropriada.
Com tanta pobreza não é de estranhar que já existam 32 partidos políticos e uma exacerbação das relações entre a classe pobre e a rica.
Essa luta de classes foi a responsável pela criação do socialismo e do comunismo, que só serviram para piorar a situação.
À classe pobre, que tem a maioria dos votos, só é dado valor nas épocas eleitorais. E essa pobre classe é usada como massa de manobra aumentando as desigualdades e mantendo no poder aqueles que não estão nem aí para a pobreza.
Mas a mentalidade, inclusive a dos pobres está mudando. E a globalização tem tudo a ver com isso, pois evidencia as diferenças e carências.
Está na hora de se fazer políticas públicas voltadas para a classe pobre, sob pena de se estar criando um grande exército de insatisfeitos e revoltados.
Luta de classes nunca foi a solução para qualquer sociedade.
Mas o desprezo aos menos favorecidos, que incita a tais lutas, não pode ser aceito em Nações que se dizem Cristãs.
Pedro Lodi
Presidente da Plenária dos Conselhos Comunitários Urbanos e Rurais de Itaguaí e Advogado.
Isso não quer dizer que devamos nos conformar com a indigência.
Muitos são os fatores que causam a pobreza. A falta de inteligência é o de menor proporção. Via de regra a falta de oportunidades, de educação, inclusive a profissional, origem, entre outros, levam o maior peso.
As estatísticas dizem que a classe considerada pobre é de cerca de 60% da população. Os outros 40% estão distribuídos entre classe média e ricos.
Sessenta por cento da população corresponde a, mais ou menos, cento e quinze milhões de brasileiros. É uma grande fatia da população. A essa fatia é negada a educação média, profissional e universitária. A saúde, então, é uma verdadeira catástrofe. A habitação ainda é pior que a saúde e por isso se multiplicam os guetos, favelas, invasões, loteamentos e construções irregulares e famílias morando nas ruas. Os empregos somente são acessíveis a quem tem mais formação, ficando os pobres com o sub emprego e o desemprego. Sem falar que aos pobres são inacessíveis a vida social, carro próprio, boas roupas e até alimentação apropriada.
Com tanta pobreza não é de estranhar que já existam 32 partidos políticos e uma exacerbação das relações entre a classe pobre e a rica.
Essa luta de classes foi a responsável pela criação do socialismo e do comunismo, que só serviram para piorar a situação.
À classe pobre, que tem a maioria dos votos, só é dado valor nas épocas eleitorais. E essa pobre classe é usada como massa de manobra aumentando as desigualdades e mantendo no poder aqueles que não estão nem aí para a pobreza.
Mas a mentalidade, inclusive a dos pobres está mudando. E a globalização tem tudo a ver com isso, pois evidencia as diferenças e carências.
Está na hora de se fazer políticas públicas voltadas para a classe pobre, sob pena de se estar criando um grande exército de insatisfeitos e revoltados.
Luta de classes nunca foi a solução para qualquer sociedade.
Mas o desprezo aos menos favorecidos, que incita a tais lutas, não pode ser aceito em Nações que se dizem Cristãs.
Pedro Lodi
Presidente da Plenária dos Conselhos Comunitários Urbanos e Rurais de Itaguaí e Advogado.
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