O SILÊNCIO DOS BONS
Estatísticas nos relatam números constrangedores:- três milhões de viciados em drogas;
- quinze milhões de viciados em álcool;
- dois milhões de homossexuais;
- quarenta milhões vivendo abaixo da linha da pobreza;
- hum milhão de abortos por ano;
- trinta e cinco por cento do que ganhamos pagos em impostos.
Os meios de comunicação nos falam dos altos salários dos políticos, da corrupção em todos os níveis da administração pública, da demora em se aplicar a justiça por nossos Tribunais, com raras e estranhas exceções, da violência e crime organizado e da inoperância do sistema policial, ficando a população refém dos criminosos.
E ante todo esse caos, o completo silêncio dos bons.
Até mesmo órgãos populares como os sindicatos, e religiosos como as Igrejas, não expressam o seu repúdio.
Imaginem que todos os sindicatos, como uma onda, varram o País, protestando contra o descaso com que nosso povo é tratado; ou que Organizações Religiosas como a CNBB e as Federações de Igrejas Evangélicas determinem que em suas Paróquias e Templos seja feita uma ampla conscientização a respeito das aberrações em que estamos vivendo.
Mas o que acontece é um grande silêncio, impedindo assim que haja conscientização e mobilização.
É o silêncio dos inocentes, que carecem de líderes e guias empenhados e engajados numa luta que é da própria sobrevivência.
Mas se o silêncio não faz eco nos corações humanos, sem dúvida é ouvido por Deus, Juiz Justo e Perfeito, que ante a inoperância daqueles que foram chamados a guiar, há de intervir para fazer valer a bem aventurança decretada por Jesus:
- Bem aventurados os mansos, porque herdarão a terra.
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