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segunda-feira, 2 de maio de 2011

CRIANÇAS DE RUA

Segundos dados da UNICEF, no Brasil há cerca de 30.000.000 de crianças de rua em estado de pobreza.

Esse número é maior que a população de vários Países da Europa.

O Brasil tem cerca de 180.000.000 de habitantes, segundo o IBGE.

Portanto cerca de 17% da população do País é constituída de menores de rua.

Tais dados contrastam com o aparente desenvolvimento, tão alardeado politicamente.

É claro que se existem tantas crianças nesta dolorosa situação, as famílias, de onde elas vêem, não podem ser consideradas como parte do milagre econômico.

E o que é pior é que as autoridades que cuidam do assunto, acham que a solução é incentivar o uso da camisinha, com o que se gasta milhões, todo ano, sem que resultado algum seja alcançado.

A solução é tão simples e a sociologia já a detectou há tanto tempo, quando ensina que a família é a “célula mater da Sociedade”. Em linguagem mais simples, é da família que nasce a Sociedade. A solução é proteger a Família.

Mas se não há nenhum investimento na Família, como ela pode continuar gerando uma Sociedade justa e igualitária?

A Família é bombardeada pelos meios de comunicação que invadem os lares, com propaganda intensa da dissolução do casamento, do amor livre, e do uso de álcool.

Os noticiários têm o prazer mórbido de apresentar os crimes odiondos, com os mínimos detalhes, e fazer com que fiquem nas manchetes por tempo indeterminado, porque isso traz lucros

Quanto mais filmes, novelas e noticiários de violência, mais violência é gerada contra a família, que recebe em casa todo esse lixo,

Quanto mais propaganda contra o casamento, a favor do amor livre, do álcool e das camisinhas, mais meninas menores de 16 anos tornam-se mães solteiras e seus filhos candidatos a menores de rua.

É preciso que os Governos tenham a coragem de enfrentar o problema, dando aten cão integral à Família, como mãe da Sociedade.

Ficariam bem um Ministério da Família e Secretarias Estaduais e Municipais que seriam entregues, não a afilhados políticos, mas a educadores cristãos, afinados com a formação secular de nosso povo.

A criação de grande quantidade de creches, para que os pais pudessem trabalhar, seria vital.

A educação a nível profissional, com cursos de período curto de duração, formaria pedreiros, ladrilheiros, carpinteiros, eletricistas e uma infinidade de outros, tão escassos no mercado.

A criação de Institutos de proteção ao menor de rua, diferentes dos modelos adotados até agora, que deram errados, salvo honrosas exceções, em parceria com as Igrejas, que têm grande experiência na modalidade, seria uma boa iniciativa.

Não sou a favor da censura, mas algo precisa ser feito para que os meios de comunicação passem a educar e não demolir a família, como têm feito.

O Brasil somente será grande, quando suas crianças forem a prioridade em qualquer Governo.

Nossa Sociedade só chegará a ser modelo, quando nossas famílias, bem assistidas e protegidas, voltarem a ser a sua “Célula Mater.”

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